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terça-feira, 15 de setembro de 2009

Capítulo 4

Me dê sua mão, o sangue está jorrado e o homem o seguirá, o homem infernal. A punição é muito grande para suportar. Concebido, nasceu aquele da luz, chuva e escuridão, o outro nasceu na noite negra. Cresça em sua cabeça e experimente a coragem, aquela luz. Caia na graça, noite desgraçada, vim aqui para matá-lo, não irei embora até que esteja morto. Assassinato nascido de vingança, fecho os olhos do meu irmão nessa noite. Está frio hoje á noite, as nuvens ficam cinzas e minhas mãos tremem até o túmulo de meu irmão. Você deixou seu lado, levou seu dom, sinta o poder de um homen caido, homem desapontado. Longe nesse territorio eu devo ir a procura daquele único. Uma punição mandada de sua mão, uma grande dificuldade que ninguem deveria saber. Agora saio a procura daquele único, longe nesse lugar devo ir. Aonde ele foi? O que você tem feito? Uma voz comanda de muito alto acima dessa terra. Do chão eu ouço seu sangue chorar para mim: Assassina, mentirosa, vingativa, desonesta.

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