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Não sou nada além do imperfeito.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Believe.

Acreditar... É uma palavra com um sentido complexo, é algo que necessita de forças, de expectativas; que te leva em um grau de euforia inacreditável, e você ACREDITA que tudo vai ser diferente, vai mudar, e vai ficar mais fácil. Mas e quando tudo não passa de uma grande ilusão? Ou pior, uma grande mentira? O que acontece com sua mente, quando tudo que está ao seu redor, parece estar contra você? O que acontece, quando você não sabe como prosseguir? E nada nem ninguém consegue te fazer feliz? Seus falsos sorrisos já não tem mais forças, e você não vê mais objetivo em nada, você fica desmotivado e, ao mesmo tempo, com medo. Mas ninguém tem culpa disso, eu não culpo ninguém de minhas mágoas; isto é algo que prendo dentro de mim, que me remoe aos poucos e ningúem tem algo haver com isso... também, como se importassem... Eu já nem lembro mais, qual é a sensação de ter alguem com voce? De saber que a última coisa que você está, é sozinho? Será que eu vou continuar vivendo erroneamente, sofrendo e me arriscando, e jamais saber o que é felicidade de verdade? Porque? Qual é a solução de tudo isso? É tudo que procuro saber... Como arrancar esse sentimento de dentro de mim? Esse vazio que existe dentro de mim, é impreenchivel; não importa como, ou o tanto que eu me esforce, eu continuo me sentindo assim, e parece que vai ser desse jeito, continuarei perdida em meus pensamentos, em meus próprios sentimentos sem causa ou razão; sem saber o que fazer, completamente iludida pelas pessoas que me rodeiam; tentando acreditar em tudo, ser como os outros, erguer a cabeça e seguir em frente... Mas, e se eu não conseguir ser como os outros? E se eu necessitar de cuidados diferentes? De palavras diferentes? Olhares diferentes? Será que é errado isso? É errado ficar triste? É errado demonstrar seus sentimentos? Quer dizer, felicidade todo mundo expressa, mas porque a tristeza não? A dor, o sofrimento... São coisas tão comuns. E eu só queria parar de fingir que está tudo bem, diante de tantas noites que não dormi.


( Desabafo, escrito em uma aula qualquer de um dia qualquer. )